Digo-te almo-te, meu amor
E sei o que estou a escrever
Porque se trata de almor:
Amor d'alma - até morrer.
Ribeira de Pena, 14 de Fevereiro de 2012.
Joaquim Jorge Carvalho
[Foto JJC]
Eu amo o Verão, mas sou do Outono. A minha vida é feita sobretudo do tempo que ainda falta para o Verão. É uma vida geralmente pobre de mar. Contudo, teimosa como um rio, caminha sempre, desde sempre, para a certa foz a haver. O passado, o presente e o futuro são muito mar.
2 comentários:
Na simplicidade de uma pena de tamanha poesia "ribeiresca", surge uma bela cantiga de amigo.
Muito bom!
Boa expressão, essa - "ribeiresca". Abraço.
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